O Campeonato de Fórmula 2 de 2018 foi a segunda temporada do Campeonato de Fórmula 2 da FIA, um campeonato de automobilismo para automóveis de Fórmula 2 que é sancionado pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA). É uma categoria de monopostos que serve como o segundo nível de corridas de fórmulas no FIA Global Pathway. A categoria foi disputada em apoio ao Campeonato Mundial de Fórmula 1 de 2018, com cada rodada ocorrendo em conjunto com um Grande Prêmio.[1]
Charles Leclerc, o então piloto campeão da competição, tendo conquistado o título na penúltima rodada do campeonato de 2017 em Jerez de la Frontera,[2] não retornou para defender seu título, o piloto monegasco foi contratado pela Alfa Romeo Sauber F1 Team para disputar a temporada de 2018 da Fórmula 1.[3][nota 1] A Russian Time era a então equipe campeã, tendo conquistado seu primeiro título na rodada final do campeonato de 2017, em Abu Dhabi.[4]
Os seguintes pilotos e equipes competiram no Campeonato de Fórmula 2 da FIA de 2018. Como o campeonato era uma categoria de monotipos, todos os concorrentes competiram com um chassi Dallara F2 2018 idêntico, equipado com um motor turbo V6 desenvolvido pela Mecachrome. As equipes competiram com pneus fornecidos pela Pirelli.
As seguintes doze rodadas foram realizadas como parte do Campeonato de Fórmula 2 de 2018. Cada rodada consistia em duas corridas: uma corrida longa, que percorria 170 km e incluía uma parada obrigatória nos boxes; e uma corrida curta, que percorria mais de 120 km e não requeria nenhuma parada nos boxes.[nota 2]
O calendário foi expandido para doze corridas em 2018.[39] O campeonato competiu no Circuito Paul Ricard pela primeira vez, onde foi apresentado como parte do programa de apoio ao Grande Prêmio da França. O campeonato também competiu no Autódromo de Sóchi pela primeira vez, servindo de apoio ao Grande Prêmio da Rússia.[39] O evento paralelo que foi realizado no Circuito de Jerez em 2017 foi descontinuado.[39]
O campeonato de 2018 contou com a introdução de um novo pacote de chassis e motor.[40] O chassi GP2/11 foi substituído pelo Dallara F2 2018.[26] Ele é impulsionado por um motor de 3,5L V6 turbo-injetado direto desenvolvido pela Mecachrome.[27]
As equipes foram obrigadas a usar o dispositivo de proteção do cockpit "halo", uma armação montada acima e ao redor da cabeça do piloto e ancorada à frente do cockpit.[41] O halo foi projetado para melhorar os padrões de segurança, desviando os detritos para longe da cabeça do piloto e foi originalmente desenvolvido para uso na Fórmula 1 antes de sua aplicação ter sido expandida para outros campeonatos de fórmula e foi incorporada ao projeto final do chassi Dallara F2 2018.[25][42]
Os pontos eram atribuídos aos dez melhores classificados na corrida longa, e aos oito melhores classificados na corrida curta. O pole-sitter na corrida longa também recebia quatro pontos, e dois pontos eram concedidos ao piloto que fazia a volta mais rápida dentro dos dez melhores nas corridas longa e curta. Nenhum ponto extra era concedido ao pole-sitter na corrida curta, pois o grid de largada para a corrida curta era baseado nos resultados da corrida longa com os oito melhores pilotos, tendo suas posições invertidas.
Os pontos eram atribuídos aos oito melhores classificados.
Negrito – Pole position Itálico – Volta mais rápida † - Classificado por ter completado mais de 90% da prova
Notas: